A FÉ

QUARTA-FEIRA, 07 DE ABRIL DE 2021




Começamos o dia ainda com a Lua na energia aquariana, encontrando Júpiter em uma conjunção.


Explicando um pouco do astrologuês, conjunção é um aspecto que pode fluir de maneira harmônica ou não, depende dos demais movimentos que acontecem.


Porém, estamos falando de Júpiter, o grande bem feitor e para aproveitar melhor desse encontro, comece o dia com algum novo ritual, uma prece, uma meditação ou algo que por alguns instantes te conecte com uma força superior. Expanda as possibilidades de fazer esse encontro com o divino e se envolva com a sensação de esperança, que sem dúvidas, pode acalentar na continuação da caminhada para o restante da semana.


Para o final da tarde temos Lua ingressando no signo de Peixes, signo regido por Júpiter (até de Netuno).

E na energia pisciana ficaremos até sábado.

Lua em Peixes, é literalmente pé fora do acelerador, nessa energia estamos mais sensíveis, algumas vezes confusos, passos calmos e não tão largos podem ser uma boa saída para esse período. São dias que pedem por maior contemplação e entendimento daquilo que está além da matéria.

Se envolva com o sentimento de compaixão que Peixes pode trazer, mas sempre se conectando com a sua essência e entendimento de até onde você pode ajudar alguém.

Para pessoas de mapas mais sensíveis, evite lugares de energia densa e conversas pesadas. Opte por músicas de letras mais leves e expressões artísticas.

Caso sinta momentos de muita desconexão com o corpo, procure incluir nas refeições alimentos que possuem raízes, entre em contato com a água, desenhe e aproveite da sua imaginação.


Procure manter esse ritmo para os próximos dias, pois a energia de Peixes e Netuno estarão bem presentes no mapa do céu. Todo caminhar merece uma confirmação se estamos na estrada correta. Tenha cautela!


Hoje pela manhã, já sabendo sobre esses encontros do céu, acordei e fui cuidar das minhas plantas, coloquei as músicas que já ouço normalmente, que me trazem leveza e facilitam meu processo de meditação. Durante esse momento refleti sobre a fé e sua ambiguidade. A fé que acalenta e a fé que cega. Faz muito tempo que não frequento um local específico relacionado a religiosidade. Fiquei refletindo sobre os mestres, pastores, padres e seus seguidores e discípulos. O quanto podemos ficar cegos e envolvidos nas palavras que se justificam como fé e como estamos condicionados a entrar em contato com o divino apenas dentro de um templo e/ou igreja. Será que estamos tão vazios por dentro, que se torna praticamente impossível reconhecer que Deus (ou o que você acredita), está dentro de cada um de nós?


Como você tem trabalhado sua fé em você e no divino que habita dentro de ti? Como tem cuidado dos seus templos? E quando falo SEUS templos, me refiro ao seu corpo, sua mente e seu lar.

É claro que quando nos unimos aos grupos, a energia que circula pelo local pode nos fazer transcender, mas como está sua rotina de envolvimento com a sua fé? Aquela que você tem quando está sozinho e ninguém vendo?

Como andam seus pensamentos, sua fala e suas atitudes? O movimento acontece de dentro para fora.

Podemos estudar mais sobre a religiosidade e espiritualidade, podemos nos unir por chamadas de videos com nossos irmãos para dialogar sobre temas que expandem nossa alma, podemos simplesmente silenciar e meditar sobre um trecho de um livro, podemos criar dentro de nós e de nossos lares grandes meios de contato com o divino.


Que nossa fé nos envolva e não nos cegue. Por respeito ao próximo, façamos nossa preces em casa, nos unindo pela força do amor.


Leitura feita por Guilherme Schultz e Bruna Barella