AFINAL, O QUE IMPORTA?

TERÇA-FEIRA, 16 DE NOVEMBRO DE 2021

Sabemos que o Sol simboliza nossa consciência, o eu, vitalidade, essência, luz, nos mapas também pode simbolizar nossos parceiros e pai.

Hoje temos uma linda configuração entre Sol e Plutão no céu, o que chamamos de sextil.

Coisas boas costumam passar batido, não é mesmo?

Até porque, somos condicionados a sempre nos movimentarmos quando algo está complexo e incômodo.

Logo, tudo que é tenso e desafiador, nos deixa em alerta e curiosos.

Isso é o que também acontece com os aspectos harmônicos, são sutis, são leves, eles podem estar presentes e mal aproveitamos suas benesses.

Plutão é um planeta que em harmonia, nos envolve em grandes transformações. Ele representa poder, capacidade de regeneração, força para abandonar vícios, grandes reviravoltas e retomadas de assuntos que já estavam dados como perdidos.

O ar que voltamos a sentir passando por nosso corpo, a vida ressurgindo, o poder latente que existe no fundo de nosso ser.


Plutão que entende bem dos medos, nos encoraja a tomarmos posse de nossas escolhas e superar as dificuldades, independente de quantas vezes caímos.

Pessoas com forte energia de Plutão em seus mapas, sempre possuem histórias fascinantes de superação.

É como um corte que cicatriza rápido, e digo isso no sentido literal da expressão.

Minha sugestão é que tenham em mente que o que precisa literalmente ser abandonado terá a mão do deus das profundezas dando uma forcinha.

Momento para aproveitar a retomada da vitalidade, da energia, entender que sempre teremos dentro de um lugar pouco visitado, uma grande FORÇA para reviver, ressurgir e renascer.

Enquanto isso, a Lua de hoje, também se encontra com Plutão, porém em desarmonia, o que pode sinalizar que emocionalmente podemos não entender algumas coisas que são retiradas de nossos caminhos, mas se olharmos com a clareza da consciência, podemos perceber que o fim nos envolve em uma contato com a leveza e possibilidade de recomeço.

Sabendo conduzir o ego, se esquivando de disputas de poder e reconhecendo a própria força, é possível a travessia. Tudo não teremos, para algo novo emergir, algo já desgastado precisa ser liberado.


Leitura feita por Bruna Barella e Guilherme Schultz