ENERGIA, CONSCIÊNCIA E PROTEÇÃO

QUARTA-FEIRA, 28 DE JULHO DE 2021


Se era energia de impulso que estava faltando, a manhã de quarta-feira, já começa com o ingresso da Lua no signo de Áries.

Ficar parado é algo desafiador para a Lua ariana, e nessa qualidadé nós percebemos ativos e com uma boa dose de coragem.

Nesse fluxo ágil, ela já logo bate um papo com Mercúrio e no começo da tarde com Sol, ambos em em Leão, lembram?

Tá aí uma combinação de: sei o que quero e me expresso com coragem e clareza.

E é isso amados! Sol, a consciência de quem sou, Lua a emoção e nutrição, Mercúrio o pensar e comunicar, em sintonia e na qualidade do elemento fogo!




Nada melhor do que saber o que quer, confiar em si e saber exatamente onde é o seu lugar. E que aí, nesse lugar que é seu, por conquista e direito, você se afirma, brilha e se entende…sem medo de ser feliz!

Além desse bate papo todo, para lá de fluido, temos o grande benéfico Júpiter, seguindo sua retrogradação e retornando ao inovador e revolucionário Aquário. Revisões são necessárias nesse signo.

Júpiter é o grande benéfico, carrega em si o senso da justiça e das leis.

Além de representar a abundância, ele, como uma lupa, aumenta.

Traz a expansão, mas veja bem, nem tudo que expande é benéfico, sempre é bom lembrar. Nos excessos jupiterianos podemos perder a mão, passar do limite, ter e não se satisfazer.

Também temos a fé e o contato com o divino de Júpiter, e até isso, em excesso, nos cega!

Aquário é ar, fixo, tecnológico, inovador, fraterno, e claro, do grupo.

Então, seguimos para entender o que essa planeta potente tem para nos apresentar de revisões referente aos seus assuntos.

As bençãos de Júpiter tendem a trazer fluência para aqueles que possuem planetas nos últimos graus dos signos: Aquário, Áries, Gêmeos, Libra e Sagitário.

Já os que possuem planetas nos primeiros graus dos signos fixos: Touro, Leão e Escorpião, precisarão ter mais atenção com essa configuração.

Seguimos de olho no céu! Aproveitem a potência desse dia! ✨


Leitura feita por Bruna Barella e Guilherme Schultz