ENTRE A AÇÃO E AS CONFUSÕES

TERÇA-FEIRA, 24 DE AGOSTO DE 2021


Água e mar não é para qualquer um.

Entrar nesse ambiente sagrado, requer respeito, equilíbrio e consciência de até onde podemos ir.


O excesso de confiança, nos leva para um fundo onde é bem provável que possamos nos afogar.


Lua em Peixes grudou em Netuno na madrugada e de manhã bate um bom papo com Plutão.

Enquanto um é o Deus dos mares o outro é o Deus do submundo.

Mas nessa conversa fluente, Plutão vem sinalizando que nem tudo que está no inconsciente é terrivelmente assustador, com esse aspecto, podemos visitar assuntos delicados, mas que nossa psique no permite perceber para podermos transformar e ressignificar algum sentimento.

O período favorece a retomada de assuntos ou planos dados como perdidos, além de nos sentirmos mais “recuperados” após a noite de sono.



De Peixes, a Lua migra para Áries.

Lua Cheia amados, energia nível máximo, no elemento fogo, a Lua se envolve no processo de individualização e impulso.

A corrida para a fase minguante já foi lançada né? Áries vem para ser o primeiro, e a sede ao pote pode render arrependimento, até porque, Mercúrio e Netuno se encontram em exatidão.

Confusão, fraudes, enganos, mente desnorteada, faltam palavras e as poucas que surgem, estão desconexas.

Vai mandar e-mail? Leia algumas vezes antes e confira o endereço de envio.

Vai comprar algo? Certifique-se que o lugar é idôneo.

Tenha atenção com documentos e negociações. É imprescindível garantir, que ambas as partes estão falando a “mesma língua”.

Rolou fofoca? Saia de perto, o nível de desentendimentos e disse me disse está no “talo”.

E nessa neblina toda, algo sempre acontece, algo se desenrola para vir a tona.

A mente vagueia demais? Desenhe, pinte, silencie e entenda o que não está sendo dito. Quando falamos demais, não temos tempo de observar o que realmente acontece ali. É necessário ter essa outra percepção. Pratique!

Deu “pane” desconecta, silencia e observa, com Netuno, organizamos (se for possível rsrs) no contato com o silêncio e passos bem vagarosos.


Leitura feita por Bruna Barella e Guilherme Schultz